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Review: Blur - The Ballad of Darren (2023)

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Eu e o BJ aqui do Parede somos meio reticentes aos hypes, estávamos falando sobre isso antes de eu dar start nessa resenha, afinal trata-se do aguardado retorno do Blur e durante esses dias de lançamento era só o que se falava, melhor baixar um pouco a poeira para que nada nos contamine em meio a tanto blá, blá, blá informático. Antes do disco chegar eles fizeram duas noites colossais no antológico Wembley e desfilaram um set list impecável diante de uma arena lotadíssima, uma merecida coroação no reinado britpop. Antes de falar sobre ‘The Ballad of Darren’ eu queria confessar, aqui entre nós, que minha balança gosto/musical sempre pendeu mais para Blur do que Oasis, sem desmerecer os cascudos Gallagher Brothers, é uma questão pessoal, não vou entrar em pormenores, mas sempre vi o Blur como uma banda mais livre musicalmente, o Oasis e seu complicado, embora criativo e genial complexo Beatlemaníaco era algo que lá no fundo me incomodava, mas vamos falar do disco. ‘The Ballad of Darr...

Meus 5 Discos Preferidos: Heitor Franco (Volurya)

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Foto: Felipe de Sousa Seguindo a tradição por aqui, é hora de conhecermos um pouco mais das preferências musicais do guitarrista da Volurya, Heitor Franco, entrevistado do nosso último "Entrevista PE". Está no ar mais uma edição do "Meus 5 Discos Preferidos". Confira as escolhas! Meshuggah Nothing (2002) "Com certeza o 'Nothing' é um dos meus álbuns favoritos. Esse álbum é super cadenciado e quebrado ao mesmo tempo e isso me fez virar a chave na minha mente com relação a ouvir, compor Metal e até mesmo a ouvir as músicas que já ouvia de uma forma diferente. O 'Nothing' renovou um lado do Metal Progressivo que hoje é mais chamado de "Djent", que tá sendo amplamente explorado atualmente porque tem o lado do Metal Moderno envolvido e tudo mais. Mas tem um álbum que nunca vou superar e vai ser esse e é com relação a tudo! Tem guitarras bem arranjadas e quebradas ao mesmo tempo que tem uma bateria fazendo outra coisa que encaix...

Entrevista PE: Heitor Franco, guitarrista da banda Volurya

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Foto: Felipe de Sousa Fala aí meus caros leitores! Hoje, em nosso retorno do Entrevista PE, depois de um longo período sem atualização, entrevistaremos uma alma jovem do prolífico cenário musical de Pacajus-CE, Heitor Franco, guitarrista da banda independente de Metal, Volurya. Confira abaixo! Observação: entrevista realizada no dia 25 de maio de 2023, antes do lançamento do single. Parede Elétrica: Fala, Heitor! Se apresente aí para os leitores do Parede Elétrica . Heitor Franco: Olá galera, beleza? Meu nome é Heitor Franco, sou guitarrista e fundador da Volurya que é uma banda de Metal de Pacajus-CE e baixista da banda Dead Ratts que também é da mesma cidade. Nasci em Fortaleza e sou criado em Pacajus. Tô super feliz em estar compartilhando minhas vivências aqui. Vamo que vamo! PE: A satisfação é nossa! Apresente pra gente a banda Volurya, que está prestes a lançar seu primeiro single. Heitor: Nós iremos lançar agora, dia 11 de junho, o single chamado "Inócua" que retrata...

O Melhor Show de Todos os Tempos do Último Final de Semana

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“Titãs Encontro - Todos Ao Mesmo Tempo Agora Tour” (Foto: Fabiano Jr) Um dos shows mais aguardados desde o seu anúncio enfim chegou a capital cearense. E não um show qualquer mas sim de reunião de uma das maiores bandas da história do rock brasileiro, os Titãs. O grupo sempre teve seus shows lotados na cidade alencarina, seja na Praia do Futuro, festival Ceará Music, Parque do Cocó ou onde fosse. A última passagem da banda por Fortaleza foi em 2019, quando a formação virou um trio e passou a contar apenas com Sergio Britto, Branco Mello e Tony Bellotto. Voltando para 2023, no dia 3 de junho, o local do show foi sido escolhido inicialmente no Marina Park e semanas depois transferido para o Colosso, que teve espaço capacitado para o show mas com péssimo acesso para estacionamento de veículos. Problema com o fluxo de automóveis e até mesmo na saída do evento com uma quantidade enorme de pessoas querendo sair no modo “todos ao mesmo tempo agora”. Fora os preços exorbitantes das bebidas ne...

Som Na Vitrola #02 – Do Metal ao Jazz, dos Estados Unidos ao Canadá: Hora de atualizar a playlist

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Som Na Vitrola está novamente dando as caras no Parede Elétrica e dando um recheado – e gordo – apanhado de bandas que vocês devem se ligar. Desde o jazz, heavy metal e pop, selecionamos artistas para vocês atualizarem a playlist. Nem precise se dar o trabalho de procurar, entregamos aqui direto para você. xxx - Stonepol (Brasil) Heavy metal bem elaborado, estão para lançar trabalho novo em junho. Vale a pena conferir! Bateria e guitarras pesados, baixos mais ainda e vocais marcantes!  https://soundcloud.com/stonepoloficial/stonepol - Simón (Estados Unidos) Guitarras no clean, pop gostoso, na mesma linha dos clássicos e ainda com uma produção sensacional. Confira “Losing Sleep” https://soundcloud.com/user-580601645-311887217/loosing-sleep - Wolfgang Stütz (Áustria) “That’s Life” cantado em austríaco? Temos! Jazz band de grande categoria com Wolfgang cantando o clássico que ficou famoso tanto na voz de Frank Sinatra quanto de David Lee Roth. Sensacional! https://www.youtube.com/...

Review: The Pop Group - Y in Dub (2021)

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Para quem não é por dentro do submundo do pós-punk, Y é o álbum de estreia dos britânicos do The Pop Group, lançado em 1979. O produtor e músico Dennis Bovell deu uma nova cara ao debut remixando as faixas originais, adicionando camadas de efeitos sonoros e manipulação de mixagem para criar uma nova atmosfera psicodélica e espacial. O álbum Y original foi um marco no pós-punk, com seu som experimental, letras políticas e influências diversas, incluindo funk, free jazz e música africana. Com a versão dub de Bovell, as faixas ganham uma nova dimensão, com efeitos de eco, delays, reverberações e distorções que transformam a sonoridade original em algo ainda mais inovador e experimental. Entre as faixas destacadas nesta versão estão "We Are Time", "Savage Sea", "Words Disobey Me", "Don't Call Me Pain" a notória "Boys From Brazil" e a grandiosa "Thief Of Fire", que passou a iniciar o disco. Sim, ainda houve a alteração da...

‘Please Please Me’, os 60 anos do álbum de estreia dos Beatles e uma declaração pessoal

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Para minha satisfação, essa vontade quase sem explicação com que amanheci hoje de falar sobre o quarteto britânico de Liverpool seria suprimida, frente a descoberta de que hoje o primogênito Please Please Me faz 60 anos. Para aproveitar o sopro de velinhas, decidi fazer uma crítica relâmpago para o álbum, a partir de uma audição também relâmpago, mas imersiva. O álbum responsável por ingressar de maneira concreta os meninos de Liverpool na indústria musical não condensa um tempo muito longo de duração. 31 minutos e 59 segundos. É rapidinho. Ao ouvi-lo, fica claro como o LP foi concebido para ser ouvido nos famigerados clubes adolescentes dos anos 60. Dá até pra se visualizar em um deles só de ouvir-lo. As faixas começam bem simpáticas e ambiente como “I Saw Her Standing There”. Depois, vão sendo intercaladas por algumas baladas mais lentas e assim o fluxo vai seguindo, até a festa terminar em arroubo completo com "Twist and Shout”. Seu caráter realmente conduzia os quatro a s...