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Hoje na música: Iron Maiden - Killers (1981)

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Neste dia (2 de Fevereiro, 1981), o Iron Maiden lançava o seu segundo álbum de estúdio Killers apresentando os singles “Twilight Zone" / "Wrathchild” e “Purgatory". O disco saiu pelo selo EMI. *** Paradas e Certificações - Chegou ao 12° lugar na parada de álbuns do Reino Unido - Chegou ao 78° lugar na parada de álbuns da Billboard 200 dos EUA - Certificado como Disco de Ouro nos EUA - Certificado como Disco de Ouro no Reino Unido Tracklist 1. The Ides of March 2. Wrathchild 3. Murders in the Rue Morgue 4. Another Life 5. Genghis Khan 6. Innocent Exile 7. Killers 8. Prodigal Son 9. Purgatory 10. Drifter

Review: Iron Maiden - Live at Donington '92 (1993)

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Registro em duplo CD do show de Donington ocorrido em 22/08/92 durante a turnê do álbum Fear Of The Dark e que marcava a saída de Bruce Dickinson. Com um setlist impecável mesclando os clássicos da banda com as músicas do último álbum lançado, Fear Of The Dark, o Maiden fez um show sensacional. O único ponto negativo é o encarte todo branco que não traz fotos nem outras informações além do logo da banda, o setlist e o nome do álbum em letras negras. Nem o Eddie aparece. Depois a banda lançou o mesmo show com outro encarte mais trabalhado. O bom de um disco ao vivo do Iron Maiden é que eles não fazem muita firula e improvisação durante as execuções das músicas, ou seja, são bastante fiéis às versões originais. Alguns preferem bandas que improvisam tanto que fazem uma música de 3 minutos virar uma de 10 minutos, mas provavelmente você só veja isso acontecer num show do Maiden na última música e quando ela for Running Free. Faixas: Disco 1: 1. Be Quick or Be Dead 2...

Review: Iron Maiden - Seventh Son of a Seventh Son (1988)

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“Steve e eu havíamos voltado a compor juntos. Quando ele mencionou a expressão álbum conceitual, meus ouvidos se espicharam e meu coração disparou. Trama, teatro: estava tudo lá em Seventh Son of a Seventh Son.” Assim Bruce descreve em sua autobiografia Para que Serve esse Botão? parte do processo de composição desse que, para muitos, trata-se do melhor álbum da carreira do Iron Maiden. Último a contar com sintetizadores nas guitarras e com a formação considerada clássica pela maioria dos fãs, o álbum foi gravado no Musicland, um estúdio que ficava dentro de um hotel em Munique na Alemanha, mesmo estúdio onde foi gravado o clássico Rising (1976), do Rainbow. Era inverno rigoroso, o que talvez tenha inspirado colocar um Eddie congelado em geleiras da Antártida na capa. Com influências de progressivo, o álbum conta com a famosa “cama” de teclados e mudanças de tempo em quase todas as músicas, principalmente na excelente e melhor faixa, “Infinite Dreams”, e também na músi...