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Mostrando postagens com o rótulo Garimpeiro das Galáxias

Grauzone: A lenda do New Wave Suíço

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Os suíços da Grauzone conseguiram um relativo reconhecimento no Brasil durante a década de 80 graças a uma coletânea lançada por aqui em um esforço da lendária radio carioca Fluminense FM. A compilação de nomes obscuros até então foi lançada em 1983 e ganhou o nome de “German Rock”, na época o disco virou item fundamental a todo descolado de plantão, correu livre entre fãs de tecno pop, new wave e surf rock, mas acabou muito distante de causar impacto comercial. Entre as 10 bandas selecionadas para o disco estava a Grauzone com a clássica “Eisbar”, um hit instantâneo da New Wave e é deles que vamos falar um pouco agora. Logo se percebe que não eram alemães, mas o que então os colocou num disco dedicado a bandas da Alemanha? A resposta é porque “Eisbar” entrou nas paradas de sucesso por lá, uma fama que transitou meteoricamente entre a Alemanha e a Áustria. A banda foi formada em 1979, depois que Marco Repetto (bateria) e GT (baixo) deixaram a banda punk Glueams para formar um novo grup...

The Midnight - "Change Your Heart or Die"

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Sensação do sinthwave californiano, o duo The Midnight está de volta e chacoalhando os esqueletos ao fundir sua batida nostálgica com a pegada glam, característica do Def Leppard e Scorpions da década de 80 em ‘Change Your Heart or Die’, o novo single deles. O The Midnight é formado por Tyler Lyle e pelo produtor, compositor e cantor Tim McEwan, ambos inspirados pela paixão que nutriam pela trilha sonora de Drive (filme americano de 2011). De 2012 para cá, já lançaram 3 álbuns e várias participações em projetos de retro wave como o Timecop1983, conquistando cada vez mais notoriedade no segmento. O lema da banda é: “mono no ciente” (物の哀れ), uma frase japonesa que se traduz livremente como “uma sensação nostálgica e a consciência de que nada dura para sempre”. E pensando dessa forma, é melhor parar tudo que você está fazendo, se desconectar e cair dentro de ‘Change Your Heart or Die’. Dê um tempo no seu corre corre e bora dançar. A faixa é apenas um aperitivo de ‘Heroes’, quarto disco...

Kasabian - "Chemicals"

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Quando Tom Meighan anunciou sua saída do Kasabian e a banda entrou numa espiral de incertezas, confesso que me abalei. A meu ver, eles eram um dos melhores grupos nos últimos tempos e tudo levava a crer que chegavam ao seu fim. Tom era uma presença muito forte na banda, mas seus problemas com a depressão e condutas agressivas, que inclusive o levaram a uma condenação, eram difíceis demais para se lidar dentro de uma estrutura já consolidada no meio musical. O baque foi forte ali. O tempo passou, eles saíram um pouco do radar, mas então anunciaram a continuidade, dessa vez com Sergio Pizzorno assumindo os vocais. Algo que volta e meia ele já fazia. A noticia me empolgou. “Chemicals”, terceira faixa de seu novo disco “The Alchemist’s Euphoria”, primeiro trabalho sem Tom Meighan, acaba de ser lançada e surpreende novamente. Se vierem nessa vibe, certamente teremos um belo disco pela frente. Sorte nossa, nem todos conseguem. Algo muito comum entre as sensações do rock inglês, vide Keane, K...

Kula Shaker em triunfal retorno aos bons tempos

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Quando o Kula Shaker surgiu com o disco ‘K’, em 1996, e deu sequência com o magnifico ‘Peasants, Pigs & Astronauts’, em 1999, eu era um daqueles que os achavam a melhor banda do mundo. Quando não ouvia os discos em casa, andava com meu diskman tocando a banda ininterruptamente pra cima e pra baixo. Investia nos discos, investia nos singles, tudo era tão maravilhosamente sixtie e seventies, transcendental, hipnótico, vibrante, adorava o requinte sonoro, adorava as artes gráficas, mas então, um belo dia, o vocalista Crispian Mills começou a viajar além da conta. Falou com árvores em um Glastonbury e deixou sua sanidade questionada. Bom, você sabe, tabloides não perdoam, mas quem sou eu pra levar sensacionalismos a sério. Isso é mais do que comum em solo inglês. Mas é fato que algo aconteceu. 8 anos se passaram até que ‘Strange Folk’ fosse lançado e nele não havia aquela força anterior, meio tempo em que bandas como o The Coral foram surgindo e apresentando um conteúdo muito mais ...

Dica do Garimpeiro das Galáxias: Cotton Mather - Kontiki (1997)

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“Kontiki” foi o segundo álbum da banda americana Cotton Mather. Lançado originalmente em 1997, ele não obteve atenção nenhuma por lá até ser relançado em 1999 na Inglaterra, quando o jogo mudou e o disco tornou-se um cult clássico instantâneo. Robert Harrison, fundador do Cotton Mather, nasceu em Austin, no Texas, passou sua infância sob a sombra do country até o dia em que sua mãe trouxe para casa uma cópia de “She Loves You” dos Beatles, a partir desse momento ele nunca mais seria o mesmo. A sequência musical na vida de Robert logo acrescentaria entre seus favoritos os Stones, The Clash, Who, Elvis Costello, Dylan, Tom Petty e Big Star, formando assim as bases de sua essência criativa subconsciente. Em 1990, Robert estava cursando teologia quando encontrou o guitarrista Whit Williams, amizade firmada, gostos compartilhados, amigos em comum e nascia ali a Cotton Mather. Mas precisamos chegar a “Kontiki” e passar por cima de “Cotton is King”, primeiro disco lançado por el...

Banditos: Rock ‘n’ roll Garage Soul

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Os americanos da Banditos servem muito bem para quem curte soul music, servem muito bem para que curte garage rock aos moldes antigos, servem muito bem para quem curte vocais femininos poderosos e de presença, Mary Beth Richardson canta muito, prato cheio para quem curte rock de boa e possui bom gosto. O sexteto acaba de lançar seu novo single ‘Right On’ e não fazem feio. Como não fizeram em seus dois álbuns anteriores, um legítimo boogie gorduroso, que por vezes remete a ZZ Top, até o soul de pegada do Alabama Shakes”. Então, vamos conhece-los? Por Nino Lee Rocker  ( @garimpeirodasgalaxias )

Nightlife: O sublime encontro do peso com o R&B clássico

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Você já imaginou o que daria um cruzamento entre o R&B clássico com pegadas de metal e punk rock? Difícil crer que funcionaria, certo? Errado, funciona e muito bem feito nas mãos da Nightlife, uma das grandes surpresas entre inusitadas novidades no mundo do rock. O power trio de Baltimore formado por Hansel, Julian e Isaiah, criaram com maestria uma fusão indefectível de rock, R&B, metalcore, punk, jazz e soul em seu EP de estreia, o ótimo “New Low”. Se você é fã da boa música e curte dançar até soltar os bichinhos, precisa ouvi-los o mais rápido possível. Por Nino Lee Rocker  ( @garimpeirodasgalaxias )

DRAIN: Reinventando o Hard Core Old School

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A banda americana DRAIN, lançou o “California Cursed”, seu disco de estreia, em 10 de abril de 2020, mas todos os planos de turnê foram apagados imediatamente quando o Covid se infiltrou entre nós. Mesmo afastados de seu ambiente natural, o disco literalmente cuspiu, rosnou e abriu caminho para eles. Motivos para isso não faltaram, a banda praticamente reinventou uma sonoridade que andava soterrada, o hard core old school que se popularizou na década de 90, alternando-se em vertentes que geraram crossovers entre punk, metal, thrash metal e hip hop. Passada a pandemia, o que mais tem se falado nessa cena é sobre o impacto que o DRAIN vem causando em suas incendiárias apresentações. Muitas vezes a sensação que se tem é a de estarmos diante de um novo Pantera. Legítima porrada bem dada na cara! Por Nino Lee Rocker  ( @garimpeirodasgalaxias )

Pastel: Uma pintura viva da cena Madchester

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O sangue da madchester corre livre nas veias do quinteto Pastel, desde que se formaram em 2017. O cenário rocker de Manchester foi um dos grandes movimentos culturais da Inglaterra durante a década de 80 e 90, não há como esquecer de bandas como The Stone Roses, Happy Mondays, Inspiral Carpets, Oasis, James, 808 State e The Charlatans. Quando nos referimos aos anos 80 e de todo o cenário da Factory Records que revelou nomes como Joy Division, A Certain Ratio, Durutti Column, The Smiths e New Order. Muito mais do que uma região inglesa, Manchester foi e ainda é um grande celeiro de boas novas musicais. A Pastel é cria de toda essa atmosfera. Não há como deixa-los de lado se você é admirador daquele efervescente cenário. Se curte Stone Roses, então é um prato cheio mesmo que não exista muita inovação. Seus 7 singles lançados até agora, exalam pinceladas de uma garotada vibrante pintando o quadro de uma paisagem que cresceram vendo. Por Nino Lee Rocker  ( @garimpeirodasgalaxias )...

The Gulps: A nova sensação do disco-punk

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Hoje radicados em Londres, a banda The Gulps na verdade é oriunda de vários lugares como Espanha,  Itália e Tailândia, um bando de malucos sedentos pela gloria do rock ‘n’ roll, como o vocalista Harry All, que antes de arriscar a sorte como músico era toureiro espanhol e sendo assim o medo é uma coisa que ele não tem. O guitarrista Charlie Green desde a adolescência sonhava com a ida para Londres, em uma entrevista para a NME ele falou sobre o assunto: “Estávamos realmente cansados ​​da nossa situação. É muito bonito aqui, a comida é incrível, o clima é bom, mas se você quer rock’n’roll, não vai encontrar. Você vai para o YouTube. Eu estava o tempo todo no YouTube assistindo a todos os festivais e todos os shows, sonhando com a ideia de ir para Londres. Era outro planeta, porque você não tem acesso a ele. Seu sonho é ir lá e fazer o que seus heróis estão fazendo.” Em um encontro que se estendeu por dias com Pete Doherty, em Barcelona, a vontade se transformou em uma questão de vida...

O folk cinemático de Lord Huron, chega a seu quarto trabalho

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Lord Huron é um dos nomes mais interessantes quando o assunto é folk rock diferenciado. Sua sonoridade mescla western, folk rock, rock and roll, melodias pop e os gêneros surf rock, com trilha sonora e influências da nova era para produzir um som novo, descrito pelo The Wall Street Journal, como tendo “um toque decididamente cinematográfico, pesado no humor e evocativo e assim Lord Huron traz à mente o som solitário de antecedentes como The Band, Neil Young, My Morning Jacket e Fleet Foxes.” E assim, eles chegam a seu quarto álbum “Long Lost”, onde Ben Schneider, guitarrista e vocalista fundador do projeto, mais uma vez capricha no riscado. “Long Lost” nos apresenta 13 faixas, onde grande parte delas casariam perfeitamente em trilhas sonoras de Tarantino ou David Lynch, como no caso de “Your Other Life”, “Love Me Like You Used To”, “Long Lost” e “I Lied”. Verdadeiras pérolas musicais. Ok, o disco foi lançado ano passado, mas a gente tá aqui pra apresentar o recém-lançado vídeo feito pa...

Dica do Garimpeiro das Galáxias: Lighthouse - One Fine Morning (1971)

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O tempo é uma linha reta, o novo é sempre breve. Minhas próprias palavras ditas agora, já ficarão no passado e dessa forma tudo é tão somente um eterno presente. Dito isso, o tempo é sempre passado, presente e futuro. A forma em que vivemos o agora, formata nosso amanhã. Então, o melhor que se tem a fazer é buscar um bom uso para ele. Meu envolvimento com a cultura musical, por vezes garimpa o que há de novo, mas nunca esquece o que o passado deixou de relevante. Há sempre algum disco clássico, de conhecimento geral e unanime e há sempre um clássico onde é preciso escavar para obter acesso, meio que como um trabalho arqueológico mesmo. No mundo há pessoas que preferem ficar em um estudo básico e outras que seguem na busca de aperfeiçoamento e mergulho profundo em conhecimento. A segunda opção é mais complexa, pode não gerar retorno algum, mas colabora positivamente quando dá luz sobre algo que estava na obscuridade. Hoje em dia, as plataformas de streaming são ótimas para obter uma sac...

Dica do Garimpeiro das Galáxias: Klaatu - 3:47 EST (1976)

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O mundo vai virar poeira e mesmo assim os Beatles darão um jeito de propagar a Beatlemania entre os marcianos, um legado que jamais se apagará ou deixará de nos influenciar de uma forma ou de outra. Em meados da década de 70, uma banda canadense começou a rodar em algumas rádios e causou furor por todos acharem que se tratava de uma surpresinha dos próprios Beatles. Um retorno inesperado. A notícia correu e foi endossada quando ‘3:47 EST’, o primeiro álbum deles foi lançado e começou a ser divulgado sem muito alarde. E foi então que um jornalista, do periódico americano Providence Island, achou que o single ‘Sub-rosa subway’, parecia demais com o som dos Beatles e lançou o boato que marcaria a carreira da banda para sempre.  A banda em questão era a canadense Klaatu, um projeto lançado de maneira espetacular pela gravadora EMI, com uma tática inusitada. Para começar, eles se comportavam como um projeto de estúdio — não faziam shows ou aparições televisivas, não forneciam informaçõe...

Dica do Garimpeiro das Galáxias: The Sound Defects - The Iron Horse (2008)

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Sente-se confortavelmente em seu lugar predileto, relaxe, deixe seus problemas para lá, pense que tudo não passa de um sonho, pense na transitoriedade de todas as coisas, permita-se apreciar esse momento presente em que escutará o disco que te recomendo. Hoje nós vamos de ‘The Iron Horse’ do The Sound Defects. Você vai achar que está diante de uma trilha sonora, mas não é real. Foi feito para que parecesse, essa era a ideia do genial músico americano Brian Witzig e seus samplers cinemáticos quando o criou. Ácido, atmosférico e vibrante, Brian nos conduz em uma viagem única nesse álbum lançado em outubro de 2008 e que passou despercebido do conhecimento geral. Sorte nossa estarmos aqui passando os olhos pelo Parede Elétrica. Em 14 faixas o disco te leva ao espirito livre dos anos 60, um deleite em forma de resgate nostálgico. Os loops de bateria muitas vezes causam uma sensação de hip hop, jazz, psicodelia e algumas pitadas muito bem colocadas de guitarras pesadas. Um achado! Porque Bri...

Dica do Garimpeiro das Galáxias: Silverhead - Silverhead (1972)

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O inglês Michael Des Barres ficou mundialmente conhecido graças a interpretação do Murdoc na série televisiva MacGyver na década de 80. Mas o que nem todos sabem é de seu passado como líder de uma das bandas mais cultuadas no lado B do glam rock setentista, a Silverhead. Embora incensados por um começo promissor que culminou na contratação pelo selo Purple Records do Deep Purple e no lançamento dos discos Silverhead (1972) e 16 e Savaged (1973) a banda separou-se pouco tempo depois. Com uma sonoridade fortemente hard e pitadas generosas do glam, realçadas em muito pela estética visual eles chamaram a atenção em sua meteórica passagem, dois álbuns até hoje celebrados e citados como referencia por muitos artistas que fincaram a bandeira do glam e duas turnês mundiais conturbadas que colocaram um ponto final em sua historia. De Barres seguiu sua vibe nos anos seguintes, formou vários projetos como a Detective, Checkered Past, teve uma rápida passagem pelo Power Station, The Michael Des Ba...

Dica do Garimpeiro das Galáxias: The Wondermints - Bali (1998)

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“Bali” é o terceiro disco da banda americana de power pop The Wondermints, sem sombra de duvidas um dos discos mais  arrasadores e transcendais do gênero e também um dos mais subestimados, infelizmente. Na verdade eles acabaram mais conhecidos como a banda de apoio de Brian Wilson em seu triunfal retorno do que pelo trabalho autoral que registraram em seus 4 álbuns, injusto, mas eles nunca se preocuparam muito com isso, o que sempre falou mais alto era produzir musica e das boas. Ao longo das 13 faixas que permeiam a obra há um verdadeiro desfile de referencias que exalam ares de The Who (Sell out), Beach Boys (Pet Sounds), The Beatles, Badfinger, Grapefruit, The Zombies (Odessey and Oracle) e Big Star. Tudo isso acrescido com pitadas de chamber psych, neo psych, art rock, Henry Mancini, Burt Bacharach, trilhas de antigos seriados televisivos e o power pop psicodélico que consagrou nomes como XTC, Jellyfish, Fountains of Wayne, The Lickerish Quartet, Jason Falkner, Robert Jose...

Muse lança novo single, "Will of the People"

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O Muse acaba de lançar o terceiro single de seu próximo álbum “Will of the people” , nono disco dos ingleses, aguardado para o final de agosto e a musica escolhida após “Won’t Stand Down” e “Compliance” é a que dá titulo a obra. “Will of the people” viaja no futurismo peculiar ao grupo, dessa vez retratando um futuro distópico em rebelião. O clipe é ótimo e a música empolga sob batidas que remetem ao glam de Marylin Manson em “The Beautiful People”. Matt Bellamy descreve o disco que está prestes a lançar como sendo “um álbum de grandes sucessos – de novas músicas”, do tipo que se tiver um som mais metal, será o melhor que fizeram. Se tiver uma balada, também será a melhor que fizeram e por aí vai. Esperamos que seja. Manter a positividade é sempre importante, Matt. Por Nino Lee Rocker ( @garimpeirodasgalaxias ) Assista ao vídeo abaixo:

Ayron Jones, que se cumpra a promessa

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Sir Mix-a-Lot acertou na mosca quando decidiu comprar a ideia do guitarrista, cantor e compositor estadunidense Ayron Jones. A explosiva combinação de ritmos que flertam com o blues, grunge, hard, soul, hip hop e uma bela dosagem de peso, tornam essa nem tão nova revelação proveniente de Seattle, um dos grandes nomes do rock na atualidade. Ayron nasceu em 1986, tinha 5 anos quando viu “Nevermind” ser lançado e absorveu ainda moleque toda a atmosfera grunge exalada por sua cidade, não apenas isso, mas também a experiência de provar uma era de ouro em videogames, música e televisão, muitas coisas diferentes que as crianças de hoje nunca saberão. Marcos culturais que influenciaram a maneira como ele ouvia música, especialmente na música dos anos 90 – Nirvana, Soundgarden, Pearl Jam, Jimi Hendrix, Rage Against the Machine, Dr. Dre, Prince, Michael Jackson, Public Enemy, Living Colour e Eminem. Como guitarrista, Ayron começou influenciado por Hendrix e Stevie Ray Vaughan, transformou es...