Postagens

Podcast Parede Elétrica #02: Walter Thiago (London Calling Discos)

Imagem
É com a maior honra e satisfação que entra no ar o nosso bate-papo/entrevista com uma das peças importantes do punk no Brasil, o lendário Walter Thiago ou o Waltão da London Calling! O inicio com a música, com o punk rock, o começo da loja , os shows, os encontros e a amizade com grandes nomes do estilo, destacando o mestre e inesquecível Kid Vinil, e muito mais… Confira agora mesmo! Com muito atraso, o nosso segundo episódio. No ar!

Podcast Parede Elétrica #01: Rock in Rio 2022 - Convidado: Fred Cruz (Mangue do Rock)

Imagem
Como dito no fim da última resenha sobre a edição do Rock in Rio, em 2019 , por falta de tempo em acompanhar e produzir algum artigo sobre o festival, que foi cada vez mais limitado, convidei o nosso parceiro e amigo, Fred Cruz, do Mangue do Rock , para comentar e mostrar os altos e baixos sobre a edição do Rock in Rio 2022, e ao mesmo tempo, colocando como o primeiro tema de nosso podcast. Aperte o play e aguarde os novos episódios!

Vinho e Vitrola #10: Krokus - Headhunter (1983)

Imagem
Conheci o Krokus em 2008, quando eu era um ouvinte assíduo do programa Estação Rock na Rádio Cidade de Jundiaí (anos mais tarde, trabalhei como sonoplasta e até apresentador na mesma emissora). A faixa em questão era Bedside Radio, e a semelhança com o AC/DC logo chamou a minha atenção. É por isso que no Vinho & Vitrola de hoje eu trago o disco Headhunter, lançado por esta banda suíça em 1983. Headhunter é o sétimo álbum do Krokus e este foge da sonoridade que vinham trabalhando desde Metal Rendez-Vous, de 1980. Aqui, o Krokus soa mais Heavy Metal, buscando o lucrativo mercado que era ocupado por bandas como Judas Priest, Quiet Riot e Saxon, por exemplo. O time era formado por Marc Storace (vocais), Fernando Von Arb e Mark Kohler (guitarras), Chris Von Rohr (baixo) e Steve Pace (bateria; o músico participa apenas deste disco) e o quinteto levou para casa o Disco de Ouro pelo desempenho nos Estados Unidos, país-alvo desse novo empreendimento, tendo como músicas do calibre de Screami...

Vinho e Vitrola #09: Aretha Franklin - I Never Loved a Man (The Way I Love You) (1967)

Imagem
Com toda a paixão pela música que existe em você: qual é o nível de beleza, em uma escala de 0 a 10, que você dá para I Never Loved a Man (The Way I Love You), décimo disco da cantora Aretha Franklin? A resenha nem começou e eu aplico um 10. Sem sombra de dúvida, em 1967, este foi um grande momento da Soul Music. Um disco recheado de canções para tocar a alma com toda a intensidade que um dia você já sentiu, basta colocar a agulha para trabalhar para notar que músicas como Respect (Ottis Redding), A Change Is Gonna Come (Sam Cooke) e Baby Baby Baby (Aretha Franklin) ganham contornos originais nas impecáveis interpretações da diva da Soul. Isso aconteceu graças às mudanças de ares que Aretha ganhou após migrar da Columbia Records para a Atlantic, onde ela pôde usufruir de todo o seu potencial que um dia tindo sido esnobado pela gravadora anterior. O décido disco da diva da Soul Music trouxe o grande primeiro sucesso comercial da cantora: a própria faixa-título. I Never Loved a Man (The ...

Vinho e Vitrola #08: Pholhas - Pholhas (1977)

Imagem
Como grande parte do público deve saber, a banda paulistana Pholhas vinha, desde a sua formação em 1969, tocando em bailes e clubes e enriquecendo um repertório de covers em inglês, além de músicas autorais na língua estrangeira que até hoje é apreciada no Brasil. Com uma média de 2 shows por semana, a banda não queria perder o pique e, mesmo com algumas pressões da gravadora para lançar algo que fosse a onda do momento, o Pholhas decidiu voar por terrenos que até então seriam novidade dentro de sua música. De fato, o quarteto paulista sempre seguiu o que estava em alta na época e, tocando em bailes com a média de dois shows por semana, a experiência instrumental seria inegavelmente um ponto muito forte no Pholhas. Com a saída do tecladista original Hélio Santisteban decidindo seguir carreira solo, o cargo ficou para Marinho Testoni, ex-tecladista do Casa das Máquinas, músico de primeira linha que tinha um envolvimento corpulento com a música progressiva. Com a entrada de Marinho, a ba...

Meus 5 Discos Preferidos: Fred Cruz (Mangue do Rock)

Imagem
É com grande alegria que venho anunciar o novo convidado da seção “Meus 5 Discos Preferidos”! Sem falsa demagogia, conheci esse cara através do louco e hackeado mundo do Instagram, que faz um trabalho maravilhoso na página Mangue do Rock , no qual dá dicas de lançamentos, documentários e afins. Se você gosta de se manter antenado com o que tá saindo no cenário musical, quer recomendações com curadoria especializada, siga agora mesmo! Sem mais delongas, com vocês, o “el capitano” da página: Fred Cruz! The Beatles 20 Greatest Hits (1982) “Apesar de ser uma coletânea, é impossível não citar “20 Greatest Hits” do Beatles, pois foi meu primeiro contato com o rock efetivamente. O meu irmão mais velho ganhou de presente de aniversário, mas apoderei-me dele. Eu escutava praticamente todos os dias, a sonoridade das músicas despertou ou criou algo em mim, eu vivi uma beatlemania própria com um único álbum. Mesmo existindo outras compilações da banda, esta ainda é a minha favorita.” KISS Creatur...

Grauzone: A lenda do New Wave Suíço

Imagem
Os suíços da Grauzone conseguiram um relativo reconhecimento no Brasil durante a década de 80 graças a uma coletânea lançada por aqui em um esforço da lendária radio carioca Fluminense FM. A compilação de nomes obscuros até então foi lançada em 1983 e ganhou o nome de “German Rock”, na época o disco virou item fundamental a todo descolado de plantão, correu livre entre fãs de tecno pop, new wave e surf rock, mas acabou muito distante de causar impacto comercial. Entre as 10 bandas selecionadas para o disco estava a Grauzone com a clássica “Eisbar”, um hit instantâneo da New Wave e é deles que vamos falar um pouco agora. Logo se percebe que não eram alemães, mas o que então os colocou num disco dedicado a bandas da Alemanha? A resposta é porque “Eisbar” entrou nas paradas de sucesso por lá, uma fama que transitou meteoricamente entre a Alemanha e a Áustria. A banda foi formada em 1979, depois que Marco Repetto (bateria) e GT (baixo) deixaram a banda punk Glueams para formar um novo grup...