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Bono Vox, 60 anos com playlist especial

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Bono Vox , o vocalista do U2 , completou 60 anos neste domingo (10). Para celebrar a data, o cantor fez uma playlist contendo 60 canções que salvaram sua vida. A lista conta com clássicos, que vão de David Bowie a Nirvana , e também hits recentes de Jay-Z , Lady Gaga e Billie Eilish . Confira a lista completa abaixo e ouça acima. Luciano Pavarotti, Bono & Zucchero - Miserere Sex Pistols - Anarchy In the UK Kanye West - Black Skinhead Billie Eilish - everything i wanted David Bowie - Life on Mars? The Beatles - I Want to Hold your Hand Ramones - Swallow My Pride The Clash - Safe European Home Public Enemy - Fight The Power Patti Smith - People Have the Power John Lennon - Mother The Rolling Stones - Ruby Tuesday Elton John - Daniel Andrea Bocelli- Con Te Partiro Elvis Presley - Heartbreak Hotel Johnny Cash - Hurt This Mortal Coil - Song to the Siren Kraftwerk - Neon Lights The Fugees - Killing Me Softly With His Song Prince - When Doves Cry Daf...

Ídolos mortos valem mais?

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Hoje, eu gostaria de trazer uma reflexão para nós, relacionada á forma como lidamos com os artistas, atribuindo-os um valor baseado na duração de suas carreiras, por exemplo: Superestimar um artista por ter uma carreira super curta ou ter morrido prematuramente, e também do outro lado da moeda, diminuir o valor de um artista pelo fato dele não manter uma sequência de trabalhos geniais/históricos e ter uma carreira muito longa, com 40 ou 50 anos de duração. Acredito que o ponto principal é: Afinal, ídolos mortos valem mais? É bastante curioso esses cenários que muitas pessoas costumam construir. Vou trazer alguns pontos para que possamos pensar e elaborar uma reflexão sobre alguns julgamentos que alguns artistas recebem. Será que se Kurt Cobain não tivesse morrido em 1994 e estivesse ai na ativa até os dias de hoje, Nirvana teria esse tamanho e status que tem hoje? Se a morte de seu líder não tivesse abreviado as coisas, talvez uma outra banda do movimento como o Pearl ...

Linhas do Rock #007: Kraftwerk e o Synthpop

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Este texto é uma homenagem a Florian Schneider (1947-2020), um dos fundadores do Kraftwerk. *** A década de 1980 foi marcada, musicalmente, pelo uso de sintetizadores. Depois de bandas como Kraftwerk e Emerson, Lake & Palmer colocarem as teclas como um instrumento vivo nas décadas de 1960 e 1970, o Rock da década de 1980 viu surgir uma indústria de teclados variados que se tornaram influentes para a música numa estética de “composição pela alienação futurista”. E este movimento musical se chama Synthpop. O primeiro grande hit do Synthpop foi a canção “Cars” do músico inglês Gary Numan, abrindo novos caminhos musicais para bandas como The Human League, Depeche Mode, Devo, Heaven 17, OMD, Taco, Falco, Thomas Dolby, The Buggles, China Crisis, Soft Cell, Talk Talk, ABC, A Flock Of Seagulls, Spandau Ballet, Visage, entre outros. Até mesmo os remanescentes das décadas anteriores aderiram aos sintetizadores como Alice Cooper, Neil Young, Robin Gibb (leia-se Bee Gee...

Review: Anselmo do São Carlos DJ - Quarentena Brutal (2020)

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O atual momento mundial diante da proliferação do Covid-19 está causando muitas desgraças e mortes. E no Brasil este fato se corrobora por vários fatores: desigualdade social, má administração histórica do setor da saúde e, claro, por ter um governo atual despreparado e descompromissado com a nação como um todo. Mas muitas pessoas estão tendo a oportunidade, além do inebriante clima fúnebre, de observar muitos artistas apresentando suas devidas lives e várias notícias de projetos, principalmente ligados à música.  Anselmo do São Carlos DJ, música oriundo dos confins do Rio de Janeiro, aproveita tal clima horrível e apresenta um trabalho pomposo, sincero, possesso e pessoal. Seu álbum Quarentena Brutal (2020) se vale de oito canções de no máximo um minuto e meio (apenas uma canção possui 2 minutos e 50 segundos). E neste álbum vários temas relacionados ao momento atual são elevados em condições de questionamentos filosóficos musicais orquestrados em texturas melódica...

Review: EOB - Earth (2020)

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A banda Radiohead se tornou um medalhão do rock e isso aconteceu na década de 1990. Seus três primeiros álbuns, Pablo Honey (1993), The Bends (1995) e Ok Computer (1997), são clássicos em qualquer discografia desta década revolucionária; talvez abaixo apenas de Nirvana, os anos 90 não vivem sem Radiohead. Mas no ano 2000, a banda que lançou a obra-prima Ok Computer com sua estética complexa e com temas de letargia e alienação modernas, revolucionou mais uma vez com Kid A (2000), álbum distinto e que foi escolhido por suplementos jornalísticos como Rolling Stone, Pitchfork e The Times o melhor álbum da primeira década do século XXI. Sim. A partir de Kid A , a banda Radiohead percorreu novos caminhos além de um “simples rock alternativo revolucionários” e com suntuosos passos no jazz, na música eletrônica e no progressivo. Depois do incomum Amnesiac (2001), Hail To The Thief (2003), In Rainbows (2007), The King Of Limbs (2011) e A Moon Shaped Pool (2016) impusera...

Robert Smith, 61 anos

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Robert James Smith, ou simplesmente Robert Smith, completa hoje 61 anos! Robert Smith nasceu em Blackpoll, Inglaterra, no dia 21 de abril de 1959. Cantor, compositor e produtor, Smith é o vocalista da banda The Cure. Também foi o guitarrista principal da banda Siouxsie And The Banshees (1982-1984). Mesmo renegando muitas vezes, Robert Smith é um símbolo da subcultura gótica que ganhou destaque na década de 1980. Smith foi introduzido no Hall da Fama do Rock and Roll como membro do The Cure em 2019. Abaixo, os grandes álbuns da banda The Cure: Three Imaginary Boys (1979) O debut do The Cure ainda não continha toda sua força criativa, mas já dava ares de uma banda incrível. Destaque para “10:15 Saturday Night”. Boys Don’t Cry (1980) A primeira compilação saiu como 2º álbum da banda (!) e é uma das melhores compilações da banda na década de 1980, ao lado de Standing On A Beach (1986). E o 1º álbum com “Boys Don’t Cry” não poderia nunca faltar...

Review: The Strokes - The New Abnormal (2020)

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Depois de sete anos do último e controverso álbum Comedown Machine (2013) e quatro anos do EP Future Present Past (2016), o The Strokes lança um novo álbum de inéditas. Dessa vez com o trabalho de Rick Rubin, produtor veterano e bastante conhecido por trabalhos como Reign in Blood (Slayer), Licensed to Ill (Beastie Boys), Blood Sugar Sex Magik e Californication (Red Hot Chili Peppers). Se você é fã (como eu) da primeira fase garage rock da banda, esqueça. O que Julian Casablancas, Nick Valensi, Albert Hammond Jr., Nikolai Fraiture e o brasileiro Fabrizio Moretti apresentam aqui são canções que falam sobre seus passados gloriosos e temas pessoais com base de muitos teclados. O disco vem com o total de 9 músicas, sendo que 7 ultrapassam a média de 3 minutos dos demais registros do quinteto. Com essas informações, já dá para perceber que é um álbum bastante atípico em sua discografia. "The Adults Are Talking" inicia o disco com Julian quase sussurrando, a bo...