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PE Mixtape #01

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Então chegou nossa primeira quarta-feira! No episódio de hoje prestamos tributo aos 10 anos sem o rei do pop, um bloco de hard rock e para finalizar, novidades e muito mais... Let's go! BLOCO 1: Iniciamos com nossa homenagem a Michael Jackson que nos deixou há 10 anos, com "Price of Fame" que saiu só na edição comemorativa de 25 anos do disco Bad e "Ain't No Sunshine", uma cover de Bill Withers do primeiro disco e fechando a trinca, Toto fazendo cover de "Human Nature" do último disco ao vivo, comemorando os 40 anos de banda. 1 - MICHAEL JACKSON - Price of Fame 2 - MICHAEL JACKSON - Ain't No Sunshine 3 - Toto - Human Nature - Live BLOCO 2: Bloco dedicado ao hard rock, e a primeira, uma cover, de John Lennon pelo Enuff Z'Nuff, passando pelo Giuffria com a linda "Call To The Heart" e fechando com "Ashes To Ashes" do Vinnie Vincent Invasion, ex guitarrista do KISS e com o vocalista Mark Slaughter, q...

PE Mixtape #00

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Iniciamos uma nova sessão aqui! Um teste do que pode vir no futuro, como um programa em formato de podcast. Chamado de 'PE Mixtape', será lançado semanalmente às quartas-feiras, 9 músicas selecionadas em no máximo 40 minutos, o que acredito ser suficiente para audições nesses horários de pico, para mostrar lançamentos, coisas obscuras ou até clássicos. Depois dessa rápida introdução, vamos as faixas escolhidas com breves comentários para a edição piloto (#00) de nossa sessão. Nos vemos na edição #01. Até lá! BLOCO 1: O Travis lançou semana passada a edição comemorativa dos 20 anos de "The Man Who", o disco que apresentou a banda para o mundo. Neste primeiro bloco, versões acústicas de "Driftwood" no Link Café e uma sessão de "Baby One More Time", um inusitado cover de Britney Spears. Finalizando o bloco, "Writing To Reach You", ao vivo, de um dos registros mais esperados pelos fãs no festival Glastonbury de 1999. ...

Warped Tour: o maior festival itinerante de punk começa domingo

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Começam neste domingo (2) as comemorações dos 25 anos da Warped Tour. Evento tradicional para os fãs de punk rock e hardcore foi por muitos anos a maior itinerante do mundo. Ciclo que se encerrou no ano passado. Entretanto, são poucos os eventos que possuem um quarto de século cheio de histórias e curiosidades. Inúmeras bandas construíram sua base de fãs rodando os Estados Unidos de ponta a ponta durante o verão. Bem como, o festival conseguiu aproximar ainda mais os artistas e o público. Com muitas curiosidades e fatos interessantes, chegou a hora de conhecer um pouco mais da fantástica Warped Tour! Está pronto para isso? História Criada em 1995 por Kevin Lyman, a Warped Tour tornou-se rapidamente um dos principais eventos do verão americano. A princípio, o festival itinerante focava-se no rock alternativo, nos moldes do Lollapalooza original. No entanto, logo ele passou a ser um evento destinado para os fãs de punk rock, hardcore e suas vertentes. O nom...

Acústico MTV

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Por que o Acústico MTV não se chama simplesmente Acústico ? Por ser um show especialmente feito para TV. O Acústico MTV foi criado por um cameraman americano exatamente com a intenção de privilegiar a fotografia, os planos longos, os movimentos de câmera com começo-meio-fim. O fato de ser acústico é proposital para também desacelerar a música, e fazê-la se encaixar nos planos lentos e artísticos, além de trazer uma apresentação diferente e absolutamente intimista (não à toa a plateia ficava sempre bem próxima aos músicos). Aqui no Brasil essa proposta se perdeu e são poucos os Acústicos que pegaram na veia, aqui no caso, em relação ao meu gosto e ao que eu assisti. Mas disso falo mais ali na frente... Comecei a fazer direção artística na MTV em março de 1994, e em algum momento desse mesmo ano passei a ser o responsável por todos os ‘ao vivo’ que chegavam à emissora. “Todos” significa todos mesmo, desde pequenas apresentações nos estúdios das MTVs pelo mundo ...

A crítica musical não morreu, mas deve se transformar

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Um amigo se perguntou se deveria estar nesse site no início desta semana. Ele não foi o primeiro a refletir sobre isso. Dan Ozzi, do Noisey, ponderou sobre o mesmo assunto no início deste ano, e o Invisible Orange postou um questionamento semelhante cinco anos atrás. Nenhum deles encontrou uma resposta adequada à pergunta: os reviews de discos se tornaram obsoletos? Todos sugerem essencialmente que “sim”, mas como as resenhas seguem pipocando a cada novo lançamento, a resposta é, obviamente, “não”. A questão persiste. De fato, agora, quando parece que todo pensamento crítico e qualquer tipo de análise cultural está se despedaçando em ritmo acelerado, é o momento mais importante para entender como a crítica funciona, pra que ela serve e qual a sua importância. A verdadeira resposta é que a crítica musical está, atualmente, em uma espécie de limbo. Ela atravessa um processo de transformação que ainda não chegou ao fim. E o motivo que levou a isso é um só: a internet. A int...

Hubert Kretzschmar: O artista das mil faces

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O que “Some Girls”, “Tatto You” e “Undercover”, dos Rolling Stones, além de “Face The Heat”, do Scorpions, “Electric Café”, do Kraftwerk, têm em comum? Todos têm ligação com o alemão Hubert Kretzschmar, artista gráfico autor de capas desses discos famosos, além de pôsteres promocionais de trabalhos e turnês de gente como Björk, Pet Shop Boys, Depeche Mode, Jethro Tull, The Psychedelic Furs, The Dead Kennedys, Queen, Iggy Pop, Frankie Goes To Hollywood, Soft Cell, Tears For Fears, Orb, Yello, 50 Cent, Dead Boys, Yes e coloca etcetera aí. Hubert Kretzschmar nasceu em 1954, em Karlsruhe, cidade do sudoeste da Alemanha, a poucos quilômetros da fronteira com a França. A cidade de pouco mais de trezentos mil habitantes é berço também de nomes como Karl Benz (criador do veículo automotor e cuja empresa acabou virando a Mercedes-Benz), Heinrich Rudolf Hertz (que descobriu as ondas eletromagnéticas), Karl Freiherr Von Drais (precursor da bicicleta e da motocicleta), Richard Willstätt...

A boa e perigosa mesmice do Catfish and the Bottlemen

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Em 2016, fãs do Catfish and the Bottlemen enxergaram muitas semelhanças entre o novo disco do grupo com seu antecessor. Contudo, The Ride foi um lançamento sólido pra época, consolidando a banda como grande prospecta. Só que a falta de inovação nas canções ainda gerava uma certa desconfiança do público. Três anos depois, os britânicos divulgam seu terceiro álbum, The Balance . Entretanto, assim como título e capa, as 11 novas faixas pouco se divergem do restante do trabalho deles. Apesar de ser compreensível que o conjunto tente seguir as fórmulas de The Balcony , sua ótima obra de estreia, chegou a hora de mudar. O novo disco da banda é muito interessante, para ouvintes de primeira viagem, a nova leva de músicas vai soar muito agradável. Por outro lado, grande parte dos fãs vão pensar “de novo?”. Aliás, quando Longshot , primeiro single do novo trabalho, foi divulgado, já sabíamos o que estava por vir . Ainda bom! Esquecendo um pouco as críticas, The Balanc...